segunda-feira, 27 de outubro de 2014

O 1º corte de cabelo e...

Desde o nascimento da Nônô (e já lá vão 2 anos e 4 meses) que o seu cabelo ainda não tinha visto uma tesoura e há uns dias foi o dia! 
Não estava a cumprir nenhuma promessa (tipo "só te corto o cabelo quando o Benfica for novamente campeão europeu de futebol"), mas a única razão para o constante adiar desta decisão prendia-se com o meu gosto pessoal em pentear-lhe os largos caracóis e prender-lhe o cabelo num rabo de cavalo. Tratei de explicar-lhe o que se iria passar no cabeleireiro, prometi-lhe um presente se o seu comportamento fosse exemplar  e o seu entusiasmo com toda a situação fez-me prever que o desfecho seria pacífico...
Assim que chegámos ao local escolhido, a Nônô sentou-se numa cadeira e colocaram-lhe uma longa capa amarela com uns cães muito engraçados que a deixou surpreendida por nunca se ter visto com semelhante indumentária e a atenção que lhe foi dada por todas as cabeleireiras, esteticistas, manicures e técnicas de coloração deixou-a embevecida...a doce Lurdes cortou-lhe o 1º caracol que foi religiosamente guardado numa caixinha que lhe tinha sido oferecida propositadamente para o efeito e a verdade é que a Nônô comportou-se lindamente na 1ª ida ao cabeleireiro e mais parecia que todas as semanas era cliente do salão...
E como o prometido é devido, no final teve como presente um conjunto de canetas de feltro (mais um para juntar a outros tantos que lhe foram oferecendo e com o continuado uso se inutilizaram) para criar as suas adoradas "obras"...
Mas, nas mãos das criancinhas, as canetas são sempre um pau de dois gumes e, se por um lado, os mais pequenos passam umas horinhas (ou melhor dizendo uns minutinhos) entretidos sem fazerem disparates e estimulando a sua imaginação, por outro, todos os petizes têm uma fixação quase doentia por desenvolverem a sua criatividade numa parede branca, num sofá claro ou numa cadeira cândida. A Nônô já tinha tentado grafitar uma parede lá de casa, mas prontamente cortei-lhe a arte e não repetiu o feito, mas desta vez, na ausência de um sofá alvo, resolveu personalizar uma cadeira (que de imaculada já não tinha muito), qual Kandinsky ou Pollock nos seus melhores dias!
E foi assim que o 1º corte de cabelo inspirou a 1ª obra de arte!

Ana Pádua
27/10/2014

old look
...de rabo de cavalo

...ou de trança






















au coiffeur

new look e "só falta um bocadinho assim"

caixa "Poleiro da Tininha"

o 1º caracol

a 1ª obra de arte



segunda-feira, 20 de outubro de 2014

My favourite football player

Gosto de futebol e apesar de não perder o meu precioso tempo a ver grandes jogos do género Real Madrid-Barcelona ou Chelsea-Manchester United, sou menina para investir umas horitas de vida a assistir a um jogo da selecção nacional e a um derby tipo Benfica-Sporting ou Benfica-Porto...talvez por isso, "bau" que significa bola no vocabulário da Nônô, foi uma das suas primeiras palavras e é o objecto com o qual mais gosta de brincar e, consequentemente, jogar futebol é uma das suas actividades preferidas. Podia ter-lhe dado para gostar de ténis, andebol, voleibol, basquetebol ou qualquer outro desporto que se pratique com uma bola, mas futebol é realmente aquele a que ela acha graça...e nós também!
A verdade é que a Nônô tem um jeito inato para este desporto, tem pontapé certeiro, força no remate e não pode ver nenhum grupo de crianças a jogar futebol que imediatamente irrompe pelo campo dentro até conseguir ficar com o "esférico"...uns irritam-se com a ousadia da miúda e desatam a chorar, outros ficam perplexos com a situação e fazem queixinhas aos respectivos pais e alguns (muito poucos) acham-lhe piada e entram na brincadeira, mas depois tentem tirar-lhe a bola dos pés...se conseguirem!!! Tivesse nascido "Francisco" e já estaria por esta altura inscrita numa qualquer escolinha de futebol...
As bonecas nunca a encantaram e são, sem dó nem piedade, diariamente desmembradas, decapitadas e descabeladas...também gosta de ouvir uma boa história que em nada se assemelhe aos contos infantis que eu tanto me esforcei por aprender ou, nalguns casos, por recordar...o que a Nônô aprecia mesmo é a bela da história com personagens reais e inspirada em episódios quotidianos, como por exemplo, "O tio Kacão vai passear a Maggie ao parque" ou "A bobó Nhônhô vai ao supermercado" ou "O primo Gonzo vai voar no avião" ou "O piu-piu caiu da árvore e foi salvo pelo papá", enfim quase todos os amigos e família têm direito a serem protagonistas numa pequena história inspirada, na maioria das vezes, em factos comuns e verídicos...
Ultimamente as histórias têm variado mais um pouco e englobam "O voo da águia Victória" e "33, diga lá outra vez" e, nem de propósito, há uns dias tive uma agradável surpresa na minha caixa de correio...uma camisola do SLB personalizada com o nome da Nônô e com o número 22. Se a memória não me falha, este era o número da camisola do Nuno Gomes, ou se o número dele não era o 22, era o 21 ou o vinte e qualquer coisa, mas para o caso também não interessa nada, até porque o 22 é o meu número favorito e, ao que sei, de momento nenhum jogador do Benfica o ostenta, ou melhor, a partir de agora será o número usado com muito orgulho por MY LITTLE TREASURE...

Ana Pádua
20/10/2014

...my favourite football player
...de saias
ou de calças...
...com o pé direito
ou com o pé esquerdo...
...e um livre directo
33, diga lá outra vez!


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

EU GOSTO!

A Nônô usa chucha, "didi" como lhe chama, desde a sua 1ª horinha de vida extra-uterina e, apesar de estarem sempre a chamar-me a atenção para as consequências da elevada dependência do uso da mesma (nomeadamente no que se refere à dentição), eu continuo a considerar que a chucha tem mais vantagens do que inconvenientes e, por isso, eu GOSTO! Para além de acalmar e ajudar a conciliar o sono, reduz o stress e a dor, representa o afecto , o mimo e a segurança e ainda é um óptimo meio de administração de medicamentos como as gotas para as cólicas, as vitaminas ou o gel para aliviar o desconforto causado pela erupção dos primeiros dentes, portanto eu GOSTO!
A Nônô tem uma colecção de chuchas considerável que fui guardando e da qual não me consigo desfazer porque eu  GOSTO
Contrariamente a outros seus pertences, que com o tempo deixaram de servir ou de ter qualquer utilidade, aos quais demos um destino útil na associação Ajuda de Berço, as chuchas, logicamente e por questões higiénicas, foram-se amontoando lá por casa e, no outro dia, dei por mim a pensar no que fazer com todas elas...umas já não são apropriadas para a sua idade, outras com as quais nunca simpatizou, algumas que lhes deu tanto uso que as desgastou, duas ou três que inexplicavelmente ainda são do seu agrado e UMA que ainda é a preferida...e resolvi fazer um quadro com todas as chuchas, cujo resultado eu GOSTO
Mas quanto à chucha que ainda usa, a Nônô gosta, eu GOSTO, mas a sua educadora não gosta porque a regra da escolinha que frequenta é que a chucha é só para dormir...eu reconheço que controlarem 15 criancinhas com chuchas de diferentes cores e formas não deve ser tarefa fácil, já para não falar nos outros objectos que vêm sempre atrelados ao uso da chucha, tipo fralda inseparável, peluche preferido ou brinquedo predilecto e, para piorar mais ainda o cenário, a designação que cada criança resolve dar à chucha, como "didi", "bubu", xuxu", entre outras tantas com as quais me fui familiarizando no último ano, também não ajuda em nada...há quem não ache piada nenhuma a este tipo de rituais, mas eu GOSTO!
Na turma da Nônô, só ela e outro colega é que ainda são "chucho-dependentes" e, curiosamente, têm outro denominador comum, o facto de ambos terem os pais mais velhos, pelo que tudo me leva a crer que, a partir duma certa idade, ou somos mais permissivos ou temos mais sensibilidade auditiva...
Ultimamente e, talvez por influência do infantário, a Nônô diz-me que já não quer chucha porque é crescida e quando lhe pergunto quem é agora o bebé da mamã responde-me prontamente que é a "Minho" ou a "Lena" que são umas bebés muito queridas, filhas de casais amigos e que têm pouco mais de um mês de idade, pelo que para a Nônô são mesmo pequeninas...mas felizmente ainda há sempre aqueles momentos em que a Nônô também quer ser pequenina, vai buscar a chucha, enrosca-se no meu colo e diz-me que é o bebé da mamã e eu GOSTO!
Esta semana, a Nônô recebeu  uma nova chucha, a mais original, a mais divertida e de longe a mais "cool" que alguma vez usou...a própria chucha é um polegarzinho virado para cima, ou seja, um grande símbolo "LIKE" que significa a sua adoração pelo uso da mesma e, claro, eu GOSTO!

Ana Pádua
24/09/2014


LIKE!
with...

or without...

o quadro

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Era uma vez...

Era uma vez uma avenida perdida no meio de uma cidade...
...a avenida, de tão pequena, podia ter só nome de rua e a cidade, de tão escura, nunca me encantou, talvez por eu nunca ter conseguido vislumbrar a tal luminosidade de que tantos falam quando se referem a Lisboa...
Mas eu sempre gostei da famosa avenida, dos amplos passeios, dos canteiros impecavelmente tratados, do comércio local, das agradáveis esplanadas, do transmontano (o Sr José) que no Outono vendia castanhas e assim que chegava o Verão inebriava a avenida com o cheiro fresco dos morangos, dos cães com porte altivo que acompanhavam os seus donos e faziam esta rua assemelhar-se a uma qualquer avenida parisiense...
Hoje já nada é assim e, embora os passeios continuem amplos, os canteiros já não estão tão cuidados, as lojas desapareceram quase todas, as poucas esplanadas que resistiram estão praticamente desertas, o Sr José já deve ter ido para a sua terra e dos cães nem sinal...tudo está descaracterizado!
Raramente vou a Lisboa, o que não me causa qualquer síndrome de privação da capital e só consigo apreciar alguma da sua beleza nos fins de semana e em Agosto, quando tudo está longe do reboliço quotidiano. Nestas férias fizemos uma visita à tal avenida e, no meio de toda a degradação em que a mesma se transformou, encontrámos um local muito acolhedor...a ardósia com o menu fixada à porta do estabelecimento chamou a minha atenção e, inexplicavelmente, a empatia com aquele lugar que me parecia tão familiar foi imediata...da decoração do espaço à agradável esplanada, das iguarias que passavam à minha frente à "bella ragazza" que servia às mesas, tudo se estava a compor...fiz o meu pedido e, enquanto aguardava pelo sumo e pela melhor bruschetta de tomate e mozzarella de que tenho memória, observei que a Nônô estava sentada à porta do estabelecimento com uma expressão que quis imediatamente registar. Deitei a mão à máquina fotográfica e, quando me preparava para imortalizar o momento, reparei que a simpática italiana estava gentilmente a contribuir para o enquadramento da foto, pelo que tinha ido buscar todos os arranjos florais decorativos do seu espaço comercial e com eles estava a criar um belo cenário....
Claro que a expressão que eu tinha em mente captar, foi destornada pela preplexidade da Nônô que em poucos segundos se viu rodeada de flores e envolvida pelos sorrisos de todos os que estavam na esplanada e mais daqueles que ocasionalmente por ali passavam e paravam para ver a "produção fotográfica"...
Perdi uma foto com alma, mas ganhei uma fotografia com história!...e a fotografia com a dedicatória "Il mio picollo fiore" já está pronta para ser entregue em mão numa rua que está tão impregnada de saudosismo como os poemas escritos outrora por quem deu nome à AVENIDA...GUERRA JUNQUEIRO!

Ana Pádua
16/09/2014


il mio piccolo fiore
Un sogno di fiori...


Quello che succede qui?



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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Regresso às aulas

As férias acabaram, o Verão felizmente ainda não! Já tinha saudades de algumas rotinas, a esolinha da Nônô era uma delas e, por isso, foi com grande entusiasmo que esta manhã se iniciou mais um ano lectivo. 
Para a Nônô, este processo teve de ser bem preparado porque atendendo a que esteve o mês de Agosto longe de rotinas, o regresso não se previa pacífico...durante as férias e assim que acordava, as suas frases eram invariavelmente " Nônô féias", "não qué cola" e "qué casa bobó", que traduzindo o seu dialecto significam que a Nônô está de férias, não quer escola e quer ir para casa da avó Nhõnhõ...
Apesar da criança gostar bastante da escola, reconheço que no fim de Julho já estava farta, aliás não era só ela, nós também! Sempre os mesmos horários, sempre a mesma hora de acordar, sempre a mesma correria matinal e sempre o mesmo stress ao pequeno almoço pois a Nônô não é nada fácil na hora das refeições!...só gosta de ingerir os mesmos alimentos que me vê comer, portanto o meu pequeno almoço que era há décadas flocos "zero" com fruta e leite magro teve forçosamente de ser substituído por argolas de mel e leite meio-gordo que eu não aprecio...e o problema maior é que o café, que eu não dispenso para acordar, é a parte desta refeição que a criancinha mais gosta e também quer degustar...enfim, só visto!
Faz agora um ano que a Nônô iniciou o seu percurso escolar e tanto a sua adaptação como a sua evolução superaram as nossas expectativas...é das mais novas da sua turma (só existe um menino ainda mais novo do que ela) e foi enternecedor ver o carinho com que foi acolhida pelos outros coleguinhas quando, o ano passado, ali chegou...as raparigas eram todas muito queridas e os rapazes foram sempre uns autênticos cavalheiros! O saldo foi muito positivo e nem as temíveis doenças infecto-contagiosas assombraram o 1º ano escolar, o que de resto era o nosso único receio.
Este ano, a Nônô tem a mesma turma, mas outra sala e outras educadoras (é a política da escola conhecerem novas educadoras a cada ano); não sei se gosto ou se pedagogicamente é o mais correcto, mas há que confiar e ver como corre esta readaptação...
Felizmente, neste regresso às aulas ainda não tivemos que "levar" com a Violeta nem com nenhum outro ídolo da moda e esperamos que, daqui por um bom par de anos, o ídolo volte a ser o Snoopy que sempre é um personagem bem mais interessante para qualquer "BACK TO SCHOOL"...

Ana  Pádua
08/09/2014

há 1 ano atrás...

...hoje


quarta-feira, 13 de agosto de 2014

WE LOVE BLINGS

A Nônô tem um fascínio por acessórios e não há colar, pulseira ou brincos a que resista...na verdade, ela adora tudo o que é complemento e não são raras as vezes em que, ao aperceber-se que vamos passear, corre para literalmente se "adornar" com tudo o que apanha à mão!
Chama "fios" aos colares, "puxeiras" às pulseiras e diz que quer "bincos" como a mamã e a bóbó, mas por enquanto furar-lhe as orelhas está fora de questão, a não ser que a criancinha tivesse nascido espanhola e, mesmo assim, não sei se o permitiria!
A gaveta onde se encontram as minhas "preciosidades" é diariamente vasculhada e, como de mim herdou não só o gosto por este tipo de objectos mas também a força e a falta de delicadeza no tacto, onde habitualmente coloca as suas graciosas mãozinhas, estraga tudo, por isso, alguma bijuteria que eu tanto estimava e guardava religiosamente de há muitos anos a esta parte, já está feita em cacos... 
Recentemente a tia Fátima (a minha querida cunhada que é muito prendada) executou e ofereceu-lhe um quadro que é simultaneamente um porta-acessórios e tem feito as suas delícias...já está pendurado na parede do seu quarto com todos os seus complementos à mão e assim tudo está organizado e ao seu alcance, para que as minhas estimadas "jóias" tenham mais um tempinho de vida útil!
E, como há muito estava prometido, fomos visitar a Bling`s, a loja de sonho da Maria, uma amiga cheio de talento e bom gosto que executa artesanalmente todas as suas peças e ainda tem a capacidade de criar tudo aquilo que pretendemos e idealizamos...e passam pelas suas mãos centenas de artigos, desde bijuteria a roupa, passando por sandálias, saídas de praia, sacos, bolsas e afins...todo um maravilhoso mundo que faz as delícias de todos os que visitam a loja e ficam agradavelmente surpreendidos com a simpatia e com o trabalho criativo da Maria que ainda decora espaços, organiza eventos, entre tantas outras coisas, feitas com muito amor e carinho mas sempre com o seu cunho pessoal. E nesta visita, eu e a Nônô quisemos fazer uma surpresa à Maria e surpreendêmo-la com uns calções da sua autoria que fazem um original "pendant" entre mãe e filha e são uma graça para o Verão...
A loja foi uma perdição para a Nônô, que desde então só fala na "loja da Mia", e as almofadas de cheirinho com a forma de coração que gentilmente recebemos já estão penduradas no roupeiro do seu quarto e significam a nossa paixão pela Bling`s...
Boas férias e até breve porque WE LOVE BLINGS!!!

Ana Pádua
13/08/2014

nós e a Maria
na Bling`s...
...a tentação
a Nônô e a querida Maria
a Nônô e a simpática Joana
...e a felicidade da 1ª jóia




quadro porta-acessórios
WE LOVE BLINGS

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Laranjinha

A Nônô começou a aprender as cores e a sua preferência já está bem definida...cor de laranja ou "naranja" como lhe chama é a favorita. Apesar de ser uma cor com a qual simpatizo bastante, curiosamente não tive qualquer influência nesta escolha, J-U-R-O!!!
Desde que começou a familiarizar-se com as cores, o laranja foi a primeira cor a ser memorizada e é sempre a eleita quando se trata de escolher qualquer objecto que a ostente...a explicação mais plausível talvez se prenda com o facto de ser uma cor viva, alegre, muito visível e que facilmente chama a atenção; outra explicação para este fenómeno é ter o mesmo nome da fruta que lhe dá o nome e cujo sumo a Nônô tanto aprecia...ou talvez não haja justificação nenhuma (que é o mais provável) e seja só uma questão de gosto pessoal!
Mas a verdade é que há uma série de razões para se gostar desta cor...o laranja significa energia, alegria e felicidade, pelo que transmite vitalidade, euforia e entusiasmo; é uma cor quente que lembra o Verão, o calor, a diversão e está associada à liberdade, a uma atitude positiva perante a vida e à consequente renovação da fé; é a cor da ousadia, do sucesso e da prosperidade, simbolizando a atracção e transmitindo força, coragem e determinação; é também uma cor que inspira a criatividade, pois desperta a mente e auxilia na assimilação de ideias e ainda é a cor que estimula o apetite e é propensa ao diálogo, facilitando a comunicação e a espontaneidade. É a cor do equilíbrio, da segurança, da confiança e, por isso, é a cor das pessoas que crêem que tudo é possível...
Contrariamente a outras cores às quais associamos quase sempre as mesmas conotações, como por exemplo o verde que para a maioria das pessoas é sinónimo de esperança ou o vermelho que para muitos simboliza a paixão, com o laranja isto não acontece e é muito curioso apreciar o que a referida cor sugere nas pessoas....da fruta à Holanda, do fogo ao PSD, dos coletes salva-vidas ao Passos Coelho, da GALP ao Cavaco, da cenoura aos nativos de Leão, da abóbora até à ruiva mais famosa, a Pipi das meias altas!...
...é uma cor que inexplicavelmente vai bem com todas as outras e isto é o que mais me atrai no laranja!
Be cool, be orange!

Ana Pádua
21/07/2014

laranjinha...